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sábado, 19 de dezembro de 2015

12° dica

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!
12º dica!
Preste atenção nos seus filhos
Pode parecer uma dica absurda, mas a verdade é que, na correria do dia-a-dia, podemos nos esquecer de parar, brincar no chão com as crianças, prestar mais atenção a elas mesmo. Não deixe isso acontecer. Aproveite o tempo que tem para ficar com eles e faça com que esse tempo seja de qualidade. Se estiver dando almoço para o seu bebê, concentre-se nisso. Nada de ficar mexendo a panela de comida ou telefonando para alguém. Concentre-se, faça uma coisa de cada vez, senão não fará nada direito – além de ser uma tremenda falta de consideração.
Tenho certeza que, com essas poucas dicas, você conseguirá se organizar pelo menos um pouquinho, se tiver força de vontade. O resto acaba vindo como consequência. Você pode acompanhar o blog para conferir novas dicas e tentar implementá-las no seu dia-a-dia mas, por experiência própria, eu recomendo que você faça o mínimo, pois nossa vida é trabalhosa. Fazer um pouco já é melhor que não fazer nada. Tenha isso em mente.

Mas eu preciso que você me responda: qual sua maior dificuldade na hora de se organizar? Vamos discutir soluções!

Bjkas
Pedagoga Danieli Beneciutti 


11° dica

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!
11º dica!
Aproveite o vínculo com outras mães
Quantas mães você conhece pela internet? E quantas mães você conhece pessoalmente? Aproveite as idas ao supermercado ou ao parquinho para fazer amizades. Sabe o motivo? É fundamental saber que não está sozinha. É difícil e trabalhoso para todas as mães. Todas sentem culpa, tristeza, alegria, satisfação, frustração. Conversar faz bem. Fazer isso ocasionalmente (em vez de nunca) te dará uma dimensão melhor de tudo e fará você mudar suas perspectivas, dar boas risadas e viver bem. O que isso tem a ver com organização? Se você estiver desequilibrada, o máximo que conseguirá organizar é o seu calendário de consultas médicas. Cuide-se.

Aguardem a próxima dica ;) 

Bjkas
Pedagoga Danieli Beneciutti 

10º dica.

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!
10º dica!
Tenha um tempo para você
Eu sei que ser mãe é um trabalho de 24h por dia, sete dias por semana. Mas, se você não arranjar esse tempo, ninguém arranjará para você. Pegue uma noite da semana para ir ao cinema, sair com as suas amigas, ir a uma livraria que gosta, fazer um curso ou simplesmente tomar um banho mais demorado, com direito a todos os cremes do mundo. Depende bastante da rotina da sua casa e das necessidades de todos, mas você precisa encarar a si mesma como prioridade tão quanto encara seus filhos e seu trabalho.
Pelo menos uma vez por dia, tenha o seu momento, não importa o que você escolha fazer com ele. Se você e o seu marido trabalham fora, vocês podem fazer uma espécie de rodízio – se você sai uma vez por semana, ele também pode sair e fazer o que quiser. É importante e faz diferença. Você volta com a cabeça arejada.

Aguardem a próxima dica ;) 

Bjkas
Pedagoga Danieli Beneciutti 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

9º dica!!

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!
9º dica!
Livre-se da tralha!!!!
Não dá para organizar o que é tralha. Você precisa ter em sua casa somente o que ama e tem utilidade. Mas, mais uma vez, vá aos pouquinhos. Pegue 15 minutos hoje e jogue fora embalagens vazias, recibos que não valem mais, folhetos vencidos de supermercados etc. Você pode jogar fora, doar ou reciclar o que tem em casa. Que tal doar aquelas roupas que você, seu marido e seus filhos não usam mais? Elas podem ser úteis para outras pessoas e liberarão espaço na sua casa. Se você olha para o canto da sala, vê aquela pilha de revistas velhas e solta um suspiro, está na hora de fazer alguma coisa a respeito. Mas não de uma vez – sua casa não ficou cheia de tralha da noite para o dia e não ficará destralhada de um dia para o outro. A mesma filosofia. Pegue 15 minutos por dia para cuidar disso.

Aguardem a próxima dica ;) 

Bjkas

Pedagoga Danieli Beneciutti 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

8º dica.

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!
8º dica!
Fuja da ideia da perfeição
Muitas mães não conseguem se organizar justamente porque têm um ideal de perfeição inatingível, do tipo: “se eu não vou limpar a casa inteira, não vou limpar só o banheiro” ou “para que eu vou arrumar a cama se todo o resto está uma bagunça?”. Bem, é por isso que a situação está como está. Você precisa entender que a sua casa (e a sua vida) não ficou bagunçada da noite para o dia, nem ficará arrumada nesse período de tempo. Você precisa ir aos poucos. Arrumar a sua gaveta de meias hoje pode não parecer ter significado se o armário inteiro está um caos, mas é melhor isso do que não fazer absolutamente nada. Hoje, você arruma uma gaveta. Amanhã, tira as roupas que não usa mais, e assim por diante. O que faz diferença é não se acomodar e cada dia fazer um pouquinho.

Aguardem a próxima dica ;) 

Bjkas

Pedagoga Danieli Beneciutti 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

7º dica!

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!
7º dica!
Faça uma lista diária de tarefas
Eu também sempre recomendo às mães que façam uma lista diária de tarefas absolutamente necessárias, com aquilo que, se você não fizer, a casa cai: lavar a louça, arrumar a cama, esvaziar as lixeiras, recolher a roupa suja, guardar o que está fora do lugar etc. Cada casa tem suas necessidades. Não é para colocar “lavar a garagem” pois não é algo que você precisa fazer todos os dias. Coloque somente o necessário. Ao longo do dia, vá fazendo um pouquinho aqui e um pouquinho ali, para chegar ao final do dia com a lista inteira riscada. Eu garanto que dá certo porque faço assim aqui em casa. E lembre-se de que você não precisa (nem deve) fazer tudo sozinha.

Aguardem a próxima dica ;) 

Bjkas

Pedagoga Danieli Beneciutti 

6º dica!

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!
6º dica!
Conheça o método FLY Lady
A ideia do menu é uma das ideias. Existe um método americano chamado FLY Lady que tem rotinas, dicas diárias, listas detalhadas de limpeza etc. Eu o utilizo há anos em uma escala mais low profile, mas funciona super bem para mim e para todas as outras mães que o utilizam. Talvez seja uma boa para você.

Aguardem a próxima dica ;) 

Bjkas
Pedagoga Danieli Beneciutti 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

5º dica!

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!
5º dica!
Defina um menu semanal
Você pode definir que todo domingo criará um menu semanal com o que tem na despensa. Basta fazer uma lista com os pratos preferidos da sua família e distribuí-los ao longo da semana. Você não precisará prepará-los com antecedência (Deus me livre) – apenas garantirá que não chegará na terça-feira à noite, cheia de coisas importantes para pensar, tendo que perder tempo definindo o que irá fazer, procurando ingredientes, se estressando à toa. Você não perderá tempo nem deixará de ter um jantar saudável por causa da pressa e da desorganização.

Aguardem a próxima dica ;) 

Bjkas
Pedagoga Danieli Beneciutti 

4° dica

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!
4º dica!
Crie uma rotina
Você pode me dizer que odeia rotinas e gosta de fazer cada dia de um jeito diferente. O nome disso é desculpite. Ter uma rotina não significa ser rígida com os horários nem transformar sua casa em um quartel general, mas ter ações previsíveis para o que é realmente rotineiro: fazer almoço, janta, lanche, dar banho nas crianças, colocá-las para dormir, levar e buscar na escola. Se você não tiver uma rotina, será sempre caótico mesmo. Talvez seja mais fácil se você tem somente um filho, mas com mais de um criar uma rotina é questão de sobrevivência.
Ter uma rotina é saudável também para as crianças, pois elas se sentem seguras, sabendo o que virá a seguir. Aqui em casa, por exemplo, meu filho sabe que, depois do banho, é hora de tomar o leitinho e dormir. Quando eu estou vestindo seu pijama, ele já está bocejando. Imagine se eu o tirasse do quarto e o levasse a uma festa? Ele ia ficar irritado e confuso, com razão. As crianças ficam mais tranquilas com uma rotina e vocês, pais, também. Você pode se planejar melhor e fazer algumas coisas no piloto automático.

Aguardem a próxima dica ;) 

Bjkas

Pedagoga Danieli Beneciutti 

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

3º dica. Como ser uma mãe organizada!

Troque de roupa

Se você trabalha fora, já faz isso por obrigação, mas e aos finais de semana? Vista-se no momento em que acordar para dizer a si mesma que já está pronta para outra. Pode perceber que, quando você fica de pijama o dia inteiro, o pique nunca vem ou demora horas até chegar. Não postergue! Confie em mim e vista-se assim que acordar, especialmente se você trabalha em casa ou está de folga aos finais de semana. Você já deve ter percebido isso, mas mãe não tem folga. Deixe o pijama para a hora de dormir! Esse simples passo faz uma grande diferença na hora de começar o dia.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

2º dica: Como ser uma mãe organizada!

Tenha uma agenda

Comece com o básico. Tenho certeza que você tem uma série de compromissos martelando na sua cabeça (“não posso esquecer disso ou daquilo”), porque todas nós temos. Passe para a agenda. A diferença entre ter ou não uma agenda é que a agenda é uma ferramenta que você pode confiar mais do que a sua cabeça. Anote lá e pare de se preocupar com o medo de esquecer. Não é possível que você consiga se lembrar das reuniões escolares de todos os filhos, das consultas médicas, das provas, das vacinas, dos aniversários de coleguinhas de escola, do telefone do pediatra. Se você consegue, não é motivo de parabéns, mas de preocupação – esvazie sua mente e seja uma pessoa mais tranquila! Ninguém merece ter todos esses dados decorados na cabeça. Muita informação para pouca necessidade. Use uma agenda.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Dicas para ser uma mãe mais organizada!!

SEJA UMA MÃE ORGANIZADA AGORA!


{Imagem: Getty Images}
Desde o meu post sobre o "Como ajudar alfabetizar seu filho em casa",  eu vi a necessidade que algumas mulheres enfrentam no dia-a-dia para se organizar. Só vivenciando a  realidade para entender e falar com certo respaldo. Por isso, eu sei como a situação é sempre potencialmente caótica se deixarmos um dia sem “fazermos o que precisa ser feito”.
Sim, eu passei a pegar mais leve com a organização depois que me tornei mãe de coração, (boadrasta) tenho um enteado que amo mais que tudo nesse mundo, então tive que fazer algumas alterações em minha rotina, mas não dá para deixar de ser organizada, pois a rotina pede isso. Então eu elaborei este post para você, mãe ou madrasta como eu rsrsrs, que precisa muito se organizar e simplesmente não sabe por onde começar. Eu sei que essas dicas funcionam porque eu as aplico em minha vida já como um hábito. E, se são um hábito para mim, podem ser para você também. Basta ter força de vontade, diminuir a preocupação com a perfeição e estar sempre em movimento – mas isso eu sei que você já está, querendo ou não.
Vou postar sempre uma dica nova! A de hoje será a mais importante.....

Pare de dizer que não tem tempo

Ninguém tem tempo. O dia tem 24h para todo mundo. Dizer que não tem só faz suas amigas revirarem os olhos a cada atualização de status no seu Facebook (só que elas nunca lhe dirão). Ser uma pessoa organizada significa arranjar tempo, pois sabe quais são suas prioridades e instaura processos que facilitam o dia-a-dia, gerando o tempo necessário para fazer o que precisa ser feito. Logo, se você diz que não tem tempo, na verdade está dizendo que não sabe priorizar suas atividades e não tem o menor controle sobre a sua vida. Se é a imagem que deseja passar, ao menos que seja com consciência.

Aguardem a próxima dica ;) 

Bjkas
Pedagoga Danieli Beneciutti 

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

lLivro: Caixa De Pássaros



 Livro: Caixa de Pássaros
Título Original: Bird Box
Autor (a): Josh Malerman
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580576528
Páginas: 272

Sinopse: Romance de estreia de Josh Malerman, Caixa de pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante, que explora a essência do medo. Uma história que vai deixar o leitor completamente sem fôlego mesmo depois de terminar de ler. Basta uma olhadela para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio. Ninguém é imune e ninguém sabe o que provoca essa reação nas pessoas. Cinco anos depois do surto ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ela sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

Caixa de Pássaros foi escrito pelo cantor e compositor da banda High Strung, Josh Malerman, e publicado no Brasil através da Editora Intrínseca. Elogiado por Hugh Howey, e, considerado uma promessa do thriller, conquistou uma aprovação alta na blogosfera. Será que esse livro é tão bom quanto dizem? Leia a resenha a seguir.

     Malorie acha que está grávida – mas isso está longe de ser o pior problema que enfrentará daqui em diante.  Há inúmeras pessoas no mundo perdendo sua sanidade e se suicidando. A mídia diz ser culpa de “algo” que viram, capaz de fazê-las enlouquecer a ponto de se autoflagelarem até a morte. Shannon, irmã de Malorie, começa a se desesperar, principalmente depois de perderem o contato com seus pais – que moravam em outra cidade. A pragachegara até elas.
     Como forma de fugir desse “mau”, as pessoas de sua vizinhança começaram a tampar os olhos com jornais, chapéus, ou com as próprias mãos. As janelas foram, aos poucos, tampadas por papelão, cobertores ou tábuas. Não demorou muito para que as pessoas morressem por consequência de pequenos descuidos. O que era “aquilo”? Criaturas? Demônios? Malorie só sabia que deveria manter os olhos tampados.
     Não obstante, o caos se implantou. Nossa protagonista se vê sozinha no mundo, a única sobrevivente que conhecia. Em busca de uma boa fuga, Malorie encontra um anúncio no jornal indicando um abrigo de proteção a todos que precisassem. Estava na hora de ir até eles e investir numa ultima tentativa de sobrevivência.
     Esse grupo de sobreviventes era composto por Tom, Cheryl, Jules, Félix e Don. Receberam Malorie, mesmo preocupados com a criança que viria a nascer. A casa tinha comida enlatada, um poço, um porão e sótão seguros. Contudo, a higiene era mínima; talvez seu bebê simplesmente não resistisse num lugar tão inapropriado.  Mas havia mais ricos de se morar em grande número de pessoas: os deslizes. Era preciso somente uma venda cair, um cobertor rasgar ou uma porta ser aberta para toda esperança se esvair.


     Josh Malerman fez o livro mais impactante que já li até hoje. Trata-se de um suspense mesclado ao gênero “thriller”, um clima adoravelmente sombrio. Porém, mais que isso, Caixa de Pássaros é uma obra genial!
     O autor adotou um mecanismo muito perigoso para seu livro de estreia. O enredo não-linear é famoso por trazer furos no história, ou não manter um mistério que seria fundamental para uma trama envolvente. Contudo, Josh conseguiu segurar o grande “segredo”, mesmo quando lidava com o passado de nossa protagonista, e mais: tomou o devido cuidado para não haver furos ou revelações que estragassem o suspense.
     Outra autora que se dá muito bem com o enredo não-linear é Kimberly McCreight, escritora de “Reconstruindo Amelia”. Assim como ela, Josh só revelou detalhes do livro no momento certo, quando o passado se ligava ao presente. É importante ressaltar que para que haja sucesso nessa tentativa brilhante, é necessário um planejamento rigoroso de fatos.
     Essa alternância de cenários, tempo e personagens auxiliou muito para que o livro não ficasse desinteressante, monótono e pesado. Pisar em um capítulo no presente, e, no seguinte, no passado aprofundou e concretizou ainda mais a história. 

     A narração foi um ponto importantíssimo em Caixa de Pássaros. Este livrou provou que a narração em terceira pessoa deixa a história tão emocionante e tocante quanto a feita em primeira pessoa.  Josh soube representar o desespero, o devaneio e a loucura perfeitamente através de suas palavras; soube me arrepiar, fazer-me ficar tensa e nervosa. A narração ganha grande parte do mérito dessa obra; sem excelência nela, Caixa de Pássaros não teria alcançado sua real potencialidade.
     Mas é um livro forte. É fundamental ter estômago para os detalhes macabros e cruéis que serão apresentados – e para suportar o letal suspense. Essa obra me deixou com medo do escuro, algo que eu tinha vencido quando ainda criança. “O que tem no escuro?” “Estou sozinha?” A protagonista se perguntava, e agora, eu também. Foi quase impossível dormir depois de ler algumas cenas perturbadoras e eletrizantes.
     A envolvência desse livro é incrível. Foi um dos poucos livros que conseguiu me conquistar nos primeiros parágrafos e manteve meu interesse até o fim. Além disso, a própria trama auxiliou muito. Sem essa história inteligente e excepcional, não haveria nenhum motivo para me prender.
     Já os personagens foram muito bem desenvolvidos. Pareciam tão reais que não consegui me despedir deles completamente. Chorei por aqueles que tiveram um final terrível – e não foram poucos. E chorei até pelos animaisacrescentados nessa história. Parecia que eu estava lidando com fatos reais, com diálogos legítimos e com pessoas verdadeiras.

“O garoto pega a mão esquerda de Malorie. A Menina aperta a direita com seus dedinhos. Vendados, os três saem da casa.”

     Malorie foi uma protagonista que jamais esquecerei. Demasiadamente forte, decidida, e corajosa, Malorie me conquistou assim passou por provações que eu não saberia suportar. Tom foi outro personagem carismático, assim como o cãozinho Victor. Vou guarda-los para sempre na minha memória.
     O clímax e o desfecho de Caixa de Pássaros foi instigador. Josh não nos apresentou sua teoria a cerca do “mistério” – simplesmente deixou aberto sugerindo uma possível continuação. Outros pequenos detalhes também não foram explicados, apesar de eu acreditar fielmente que foi proposital. Espero realmente que o autor tenha a intenção de prosseguir nesse mundo apocalíptico, pois há muito que trabalhar nele.
     Defendo que Caixa de Pássaros precisa definitivamente de uma adaptação para telas. Seria um filme genial se produzido pelas pessoas corretas, já que é muito semelhante com “Eu sou a Lenda”. Se você, leitor, apreciou este filme, com certeza apreciará também essa obra literária.
     O designe do livro é perfeito. Sua capa linda e bem construída já mostra muito de seu conteúdo e a diagramação interna com imagens reforça isso. As páginas amareladas e a fonte de letra auxiliaram muito na leitura. As edições daEditora Intrínseca sempre são muito agradáveis!
     Indico esse livro para todos que gostam de histórias emocionantes e inesquecíveis. Contudo, lembrem-se: Caixa de Pássaros também se mostra assustador. Embarquem nessa leitura já cientes da respiração ofegante, da garganta fechada e dos olhos arregalados que produzirão durante a leitura – e, provavelmente, as lágrimas. É simplesmente um livro genial em todos os aspectos.


Primeiro Parágrafo: “Malorie está na cozinha, pensando. Tem as mãos úmidas. Treme. Bate o pé, nervosa, no piso de azulejo rachados. É cedo."

Melhor Quote: “As crianças não berraram, não choramingaram. São pacientes demais para isso. Mas quão longe uma pessoa consegue ouvir?” 
A curiosidade atacou?!? Então leia logo o livro!!!
Bjks literárias,

Daniiih 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Livro: O Duque e Eu

     Hoje será um dos meus prediletos, não será infantil!! Não terá o meu modelo especial (rs)
Livro: O Duque e Eu 
Título original: The Duke and I 
Autor (a): Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
ISBN: 9788580411461
Sinopse: "O Duque e Eu - Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida."

SÉRIE "OS BRIDGERTONS"
    1.  O Duque e Eu
    2.  O Visconde Que Me Amava
    3.  Um Perfeito Cavalheiro
    4.  Os Segredos de Colin Bridgerton
    5.  Para Sir. Phillip, Com Amor
    6.  O Conde Enfeitiçado
    7.  Um Beijo Inesquecível
    8.  
A Caminho do Altar


   "O Duque e Eu" é o primeiro volume da série "Os Bridgertons", publicado em 2013 pela Editora Arqueiro. A série de Julia Quinn é composta por oito volumes que narram as aventuras dos oito irmãos dessa (enorme!) família, assim como suas histórias de amor, em meados de 1700, se tratando, portanto, de uma série de romances de época. A princípio a saga me lembrou de outra, "Os Sullivans", da Bella Andre, que, mesmo que contemporâneos, ainda possuem a mesma premissa: depois de uma rápida pesquisada, contudo, descobri que a série de Julia Quinn começou a ser publicada 11 anos antes da dos Sullivans (que também são oito irmãos!) — coincidência, talvez?!
   Algo interessantíssimo é que os nomes do irmãos foram dados em ordem alfabética, do mais velho para a mais nova: Anthony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth. Os livros não precisam ser necessariamente lidos na ordem correta, já que as histórias são independentes, mas é interessante seguir a ordem para evitar ocasionais spoilers, já que os irmãos simplesmente adoram se intrometer nas vidas um dos outros. 
   
   O ponto central da série é a "temporada" de cada ano: a estação de festas na qual as jovens solteiras frequentam eventos da alta sociedade para encontrar um marido, e, assim, um bom casamento. Na temporada, vale tudo para as mães desesperadas, assim como grande parte das jovens, e o frenesi é geral. O primeiro livro de "Os Bridgertons" narra a história de Daphne Bridgerton, uma moça linda, mas não como as demais. Ela é muito bem nascida, e a quarta irmã da grande e prestigiada família de nove, composta pelos oito irmãos e sua astuta, mas amorosa, mãe Violet, que faria o inimaginável pela sua prole. 
  Sendo a irmã do meio da trupe, é natural que seu maior desejo seja o de constituir uma família e viver um amor tão forte como o de seus pais. O grande problema de Daphne, contudo, é que os homens pelos quais ela poderia se interessar a veem apenas de uma maneira: como uma querida amiga. Seu comportamento leal e destemido e sua inteligência além do comum a fazem uma ótima amiga, mas não uma donzela que leva todos à loucura. Além disso, dois anos já se passaram desde que ela debutou e, com algumas propostas de casamento já rejeitadas, ela se recusa a casar com alguém que não poderia amar. 
“Eu quero um marido. Uma família. Não é tão bobo quando se pensa nisso. Sou a quarta de oito filhos. Só conheço famílias grandes. Não sei se saberia existir fora de uma.”
   Simon Basset é bonito, rico e, o mais relevante para a sociedade londrina a qual acaba de chegar: solteiro. É certo que o fato de ele ter acabado de herdar o título de Duque de seu falecido e ausente pai apenas excita os ânimos das debutantes da temporada. Ao convite de seu melhor amigo, Anthony Bridgerton, Simon volta a Londres, mas detesta profundamente o empenho das mães casamenteiras; isso porque o maior desejo da vida de Anthony é dar cabo à vingança pelos anos de rejeição que sofreu pelo seu pai, e extinguir o ducado da família Basset, nunca se casando ou tendo herdeiros. 
    Quando conhece Daphne, uma faísca se acende, e a moça o surpreende com sua inteligência e perspicácia. Ele não tem conhecimento, a princípio, de que se trata da irmã de seu melhor amigo, e quando descobre a verdade, sabe que não poderia desrespeitar a irmã de seu amigo se envolvendo com ela sem desposá-la, mesmo com toda a atração que sente pela moça. É a partir do cansaço de Simon de fugir de pretendentes e do desejo de Daphne de mudar a visão de outros homens em relação a ela que ambos fazem um acordo: eles fingirão estarem envolvidos para cessar o interesse das mães em Simon e para os cavalheiros verem Daphne como alguém digna da atenção de um duque. A única coisa que poderia atrapalhar o grande plano dos dois seria o inevitável: uma paixão supreendente e inesperada. 
   
   Apesar de não ter lido muito romances de época, é fácil para a maioria dos leitores saber que os adorará. Afinal, histórias de amor sempre nos fazem suspirar, dar gargalhadas e esperar por algo maravilhoso e romântico acontecer. A velha fórmula de "mocinha + mocinho + atração + negação + conflitos + realização e final feliz" é antiga? Sim. E se ainda funciona? Perfeitamente. 
   É com uma capacidade surpreendente que Julia Quinn nos transporta diretamente a Londres de época, na qual tudo é glamuroso e o romance está no ar. Comecei a ler o livro despretensiosamente, e quando me dei conta, havia parado algumas atividades do dia apenas para terminar essa incrível história. A trama é completamente envolvente, do tipo chiclete, que surge em seus pensamentos em horas inusitadas, e, portanto, deixa o leitor vidrado pelo próximo passo dos personagens. 
   A narração é feita em terceira pessoa, de forma que o leitor é onisciente, e acompanha o casal protagonista. É  com uma descrição muito bem detalhada que ficamos cientes do cenário de época, da aparência e dos costumes tão característicos dessa época. Tudo é muito bem explicado, de maneira que os costumes, mesmo que estranhos à atualidade, pareçam naturais e aceitáveis, e isso é um trabalho notável por parte da autora. Outra coisa que mechamou atenção foi o fato de Quinn inserir, a cada início de capítulo, uma pequena nota de um jornal de fofocas da sociedade, dando um pequeno spoiler e deixando o leitor ainda mais ansioso pelo capítulo seguinte. 
   Outro aspecto da obra que merece congratulações foi o fato da autora conseguir, com perfeição, criar um "plano de fundo" para cada um de seus personagens. Apesar de adorar romances de época, algo que sempre me incomodou no gênero foi o quão comum são histórias com personagens que parecem simplesmente jogados na trama, sem desenvolvimento, sem passado, sofrendo de "dores" mal justificadas ou rasas demais. 


   Nada disso acontece no livro de Quinn. Mesmo que o foco seja, tecnicamente, em Daphne, Simon possui toda uma história e uma justificativa muito pertinente para sofrer com os demônios que o atormentam. O passado é muito bem explicado — aos poucos, é claro! — e descrito, perfeitamente capaz de fazer emergir a reação atual do duque. Toda a história dos personagens anterior ao livro é perfeitamente descrita e inteligentemente bem-colocada, o que agrada a qualquer leitor. 


   Ainda sobre as diferenças, em minha opinião, da série Os Bridgertons para a maioria das do gênero, está algo surpreendente: o romance, ainda que o principal ponto do livro e presente a todos os momentos, não é imediato. Não, não. O casal de mocinhos não se olha, sente atração e, depois de um beijo, puff!, se ama para a eternidade. Aqui — e eu fiquei tão contente com isso! — as coisas acontecem com o tempo, uma amizade se desenvolve primeiro, ainda que a atração esteja sempre lá: isso é muito fiel à vida real, e um sopro de ar fresco para os usuais romances que adotam certos clichês. 
   Os personagens são muito bem construídos, como já afirmei, e não tenho nenhuma reclamação a fazer, a não ser algumas ressalvas com a falta de amor próprio, em certos momentos, de Daphne. Ela age como uma personagem muito forte, até por ter três irmãos mais velhos!, e é muito astuta, apesar de algumas ocasionais crises. Simon, por sua vez, consegue ser um cavalheiro apaixonante, e mesmo que seus problemas possam deixar o leitor impaciente em momentos específicos, ainda tudo é muito bem detalhado e compreensível. 
   Não tenho nenhuma reclamação para fazer ou defeito a apontar quando a história e sua construção, na realidade. A única coisa que não posso deixar de citar não é bem uma crítica, mas sim uma reclamação que, como uma boa feminista, não pude deixar de lado: o machismo está presente em peso na história. E sim, eu sei que se trata de uma época machista, e, sim, essa era a realidade do ano de 1700 (e ainda é possível encontrar semelhantes absurdos hoje!), mas eu ainda, sim, direi que fiquei, e muito, incomodada, ao ler trechos no qual protagonistas repetem que "é o dever da mulher servir seu marido". Não é algo que eu possa mudar, infelizmente, mas acredito que devo expressar minha indignação e opinião aqui.
   A edição da Editora Arqueiro é belíssima, e conseguiu combinar elegância e charme com sutileza. Adorei a capa, que, em minha opinião, superou de longe a original americana, e o design interno também é belíssimo. A tradução foi muito bem feita, e não me deparei com nenhum erro de gramática e nem de revisão durante as 288 páginas do livro. 
   É, por fim, um livro digno do gênero que representa, conseguindo superar muitos que seguem a mesma linha. Adorei cada momento da leitura, e mal posso esperar para ler o resto da série. É um livro que consegue distrair e envolver o leitor de maneira incrível, e a pedida perfeita para uma leitura romântica e descontraída, mas ainda muito bem formulada!
   
Primeiro parágrafo do livro:
"O nascimento de Simon Arthur Henry Fitzranulph Basset, o conde de Clyvedon, foi recebido com muita alegria. Os sinos da igreja tocaram por horas, serviu-se champanhe à vontade no imenso castelo que o recém-nascido chamaria de lar e toda a aldeia de Clyvedon parou de trabalhar para participar dos festejos organizados pelo pai do jovem conde."
Melhor quote: 
"Daphne se abaixou e ajeitou as tulipas, roçando o braço de leve na frente do casaco dele. Ela imediatamente deu um salto para trás, surpresa com a quentura e a força dele. Meu Deus, se ela podia sentir tudo aquilo através da camisa e do casaco, como ele deveria ser... Daphne ficou vermelha, muito vermelha. – Eu daria minha fortuna por seus pensamentos – disse Simon, erguendo as sobrancelhas com curiosidade."

A curiosidade atacou?!? Então leia logo o livro!!!
Bjks literárias,

Daniiih 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Livro: Tatu-Balão

Autor (a):Sônia Barros
Editora: Aletrias
Ano: 2015
Edição: 1º 
Páginas: 36
Modelo: Enzo Rocha

Mais um livrinho da na  Coleção Itaú 2015, Leia para Uma Criança!!!

 Todos os anos me cadastro, é um projeto super bacana, incentiva a leitura! A coleção é composta por dois livrinhos, é gratuita e chega na sua casa em até 25 dias úteis!!
Este livrinho conta a história de um Tatu Bola, que vivia triste, porque não queria ser bola, ele queria ser balão. Todos os dias ele caminhava até o topo de um morro muito alto e ficava admirando o céu, sentindo o vento no rosto, pensando sobre como seria maravilhoso voar.

Na ânsia de realizar o seu sonho, ele se jogava, mas ao invés de voar, ele descia rolando pelo morro, desenfreado, até bater com a cara no chão.

Foi quando ele conheceu o menino Damião, que empinava pipas, e esse menino ajudou o tatu Bola a realizar o eu sonho, voando em segurança na rabiola da pipa.

Tatu Bola, que agora era Tatu Balão, graças a Damião, não só realizou o seu maior sonho, como também ganhou um presente precioso: um amigo.



  








O livrinho trás uma mensagem super bonita pras crianças, ele fala não só sobre correr atrás de seus sonhos e nunca desistir, como também da importância da amizade. As ilustrações são lindas, a maioria em tons de terra, cheia de detalhes. O texto é curtinho e com algumas rimas, o que facilita a leitura das crianças e não entedia os papais e mamães durante a leitura.
A curiosidade atacou?!? Então leia logo o livro!
Tenho certeza que muita ” criança grande” também vai amar e se identificar!!!!

Bjks literárias,
Daniiih